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	<title>Sofia Dutra Dutra, autor em My Doenças Raras</title>
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	<description>Fique por dentro do universo das doenças raras: notícias atualizadas, avanços científicos, políticas públicas e histórias de superação em um só lugar.</description>
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	<title>Sofia Dutra Dutra, autor em My Doenças Raras</title>
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		<title>Alterações na curva de crescimento exigem vigilância precoce, alertam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 14:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acompanhamento longitudinal da curva de crescimento continua a ser um dos principais instrumentos para identificar precocemente perturbações do crescimento na infância, lembram a Novo Portugal e a RD-Portugal, no âmbito do Dia Internacional de Sensibilização para o Crescimento das Crianças, assinalado a 20 de setembro. Entre estas condições está o défice de hormona do [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O acompanhamento longitudinal da curva de crescimento continua a ser um dos principais instrumentos para identificar precocemente perturbações do crescimento na infância, lembram a Novo Portugal e a RD-Portugal, no âmbito do Dia Internacional de Sensibilização para o Crescimento das Crianças, assinalado a 20 de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre estas condições está o défice de hormona do crescimento, uma doença rara com uma prevalência estimada entre 1,8 e 2,9 casos por cada 10 mil crianças. Apesar de pouco frequente, o diagnóstico pode ser tardio quando alterações persistentes do crescimento são atribuídas à história familiar ou ao ritmo individual de desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pediatra Ana Luísa Leite, especialista em Endocrinologia Pediátrica, sublinha que a altura isolada tem menor valor clínico do que a evolução da trajetória de crescimento ao longo do tempo. Segundo a especialista, uma desaceleração persistente da velocidade de crescimento deve motivar avaliação clínica, tendo em conta o contexto familiar e o estádio pubertário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também o presidente da RD-Portugal, Paulo Gonçalves, defende que expressões correntes como “há de crescer” ou “é baixo porque os pais também são” não devem substituir a monitorização objetiva do crescimento nem atrasar o encaminhamento para observação médica quando existem sinais de alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As duas entidades disponibilizam ainda uma calculadora digital de crescimento na plataforma Mais que Altura, destinada a apoiar as famílias na monitorização, sem substituir a avaliação por profissionais de saúde.</p>
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		<item>
		<title>Algoritmos de aprendizagem automática podem uniformizar classificação da doença de Huntington</title>
		<link>https://mydoencasraras.pt/atualidade/algoritmos-de-aprendizagem-automatica-podem-uniformizar-classificacao-da-doenca-de-huntington/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 12:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Modelos de aprendizagem automática baseados nos dados motores da Unified Huntington Disease Rating Scale (UHDRS) poderão apoiar a classificação da doença de Huntington (DH) como manifestada ou não manifestada, segundo um estudo publicado na Parkinsonism &#38; Related Disorders. A investigação, liderada por Niroshan Jeyakumar, da University of Sydney, comparou três métodos: regressão logística elastic net, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Modelos de aprendizagem automática baseados nos dados motores da Unified Huntington Disease Rating Scale (UHDRS) poderão apoiar a classificação da doença de Huntington (DH) como manifestada ou não manifestada, segundo um estudo publicado na <em>Parkinsonism &amp; Related Disorders</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, liderada por Niroshan Jeyakumar, da University of Sydney, comparou três métodos: regressão logística <em>elastic net</em>, <em>random forest</em> e um novo modelo de máquina de vetores de suporte robusta (rSVM), concebido para lidar com incerteza nos dados. Os modelos foram desenvolvidos e testados com dados dos estudos Enroll-HD e COHORT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os três alcançaram pelo menos 95% de precisão e 90% de sensibilidade e especificidade na classificação da DH manifestada nas duas populações estudadas. No Enroll-HD, 47,8% dos participantes classificados como manifestados pelo rSVM, mas como não manifestados pela classificação baseada no Diagnostic Confidence Level (DCL), foram também considerados manifestados por outro classificador clínico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores referem que estes casos poderão refletir inconsistências ou erros de introdução dos dados DCL. Os modelos poderão ser utilizados como apoio à decisão clínica e para verificar e uniformizar dados em ensaios clínicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42497610/">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Proteómica aumenta o diagnóstico de doenças raras após sequenciação do genoma</title>
		<link>https://mydoencasraras.pt/atualidade/proteomica-aumenta-o-diagnostico-de-doencas-raras-apos-sequenciacao-do-genoma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 11:49:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A análise do proteoma sérico pode aumentar o rendimento diagnóstico em doentes com doenças raras que permanecem sem resposta após a sequenciação do genoma. A conclusão resulta de um estudo publicado na Science Translational Medicine, que avaliou 424 participantes do projeto britânico 100,000 Genomes Project sem diagnóstico molecular. Os investigadores quantificaram 1463 proteínas no soro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A análise do proteoma sérico pode aumentar o rendimento diagnóstico em doentes com doenças raras que permanecem sem resposta após a sequenciação do genoma. A conclusão resulta de um estudo publicado na Science Translational Medicine, que avaliou 424 participantes do projeto britânico 100,000 Genomes Project sem diagnóstico molecular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores quantificaram 1463 proteínas no soro e cruzaram perfis de proteínas com variantes genéticas. Em 13 doentes, a identificação de proteínas com concentrações anormalmente baixas permitiu confirmar o diagnóstico, ao esclarecer variantes de significado incerto ou orientar uma nova análise do genoma. Noutros 23 casos, a combinação entre proteómica e priorização bioinformática revelou variantes e associações gene-doença candidatas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores defendem que a proteómica pode complementar a genómica na prática clínica, sobretudo em casos não resolvidos, embora a sua utilidade dependa da expressão das proteínas nos tecidos, da sua deteção no sangue e da cobertura das plataformas analíticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.science.org/doi/10.1126/scitranslmed.aeb1331">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Colangite Biliar Primária: a importância do diagnóstico precoce e do tratamento atempado</title>
		<link>https://mydoencasraras.pt/opiniao/colangite-biliar-primaria-a-importancia-do-diagnostico-precoce-e-do-tratamento-atempado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 11:33:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Internacional da Consciencialização para a Colangite Biliar Primária (CBP),&#160;João Madaleno, especialista em Medicina Interna na Unidade Local de Saúde de Coimbra e membro da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF), destaca a importância de dar visibilidade a esta doença rara, frequentemente subdiagnosticada e com impacto significativo na qualidade de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito do Dia Internacional da Consciencialização para a Colangite Biliar Primária (CBP),&nbsp;<strong>João Madaleno</strong>, especialista em Medicina Interna na Unidade Local de Saúde de Coimbra e membro da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF), destaca a importância de dar visibilidade a esta doença rara, frequentemente subdiagnosticada e com impacto significativo na qualidade de vida dos doentes. Leia o artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assinalado a 13 de setembro, o Dia Internacional da Consciencialização para a Colangite Biliar Primária (CBP) constitui uma oportunidade para sensibilizar a população e os profissionais de saúde para uma doença hepática crónica, rara e ainda frequentemente subdiagnosticada. Apesar dos avanços no conhecimento e no tratamento da doença, muitas pessoas continuam a enfrentar atrasos no diagnóstico, o que pode ter um impacto significativo tanto na qualidade de vida como na evolução da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A colangite biliar primária é uma doença autoimune que afeta sobretudo mulheres de meia-idade e que se caracteriza pela destruição progressiva dos pequenos canais biliares do fígado, responsáveis pelo transporte da bílis. À medida que estes canais são danificados, a bílis deixa de ser adequadamente eliminada e acumula-se no fígado, desencadeando inflamação e lesão hepática. Sem um diagnóstico e tratamento adequados, a doença pode evoluir para fibrose e, em fases mais avançadas, cirrose e insuficiência hepática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais desafios associados à CBP reside na natureza inespecífica dos seus sintomas iniciais. Fadiga persistente, comichão intensa, secura dos olhos e/ou boca, bem como alterações das análises sanguíneas, podem surgir muito antes de ser estabelecido um diagnóstico definitivo. Em alguns casos, a doença é mesmo identificada de forma incidental, na sequência de exames de rotina que revelam alterações nos valores hepáticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, a deteção precoce assume um papel fundamental. O reconhecimento atempado dos sinais de alerta e a realização dos exames adequados permitem identificar a doença numa fase inicial e iniciar o tratamento o mais cedo possível, contribuindo para reduzir o risco de progressão e de complicações. O diagnóstico baseia-se na conjugação de diferentes elementos, nomeadamente análises sanguíneas, incluindo a pesquisa de anticorpos específicos, e exames complementares destinados a avaliar a função e a estrutura do fígado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, existem opções terapêuticas capazes de retardar a progressão da doença, melhorar os parâmetros laboratoriais e contribuir para uma maior esperança e qualidade de vida. No entanto, o sucesso do tratamento depende também de um acompanhamento médico regular, que permita monitorizar a evolução da doença e ajustar a estratégia terapêutica sempre que necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além do tratamento farmacológico, a gestão dos sintomas e a adoção de hábitos de vida saudáveis desempenham igualmente um papel importante. O apoio psicológico, a prática de atividade física adequada e a educação do doente sobre a sua condição podem favorecer uma melhor adaptação ao diagnóstico e contribuir para uma maior adesão ao tratamento e ao acompanhamento médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Dia Internacional da Consciencialização para a Colangite Biliar Primária representa, assim, uma oportunidade para reforçar a importância da informação, da sensibilização e, sobretudo, do diagnóstico precoce. Quanto mais cedo a doença for identificada e tratada, maiores serão as possibilidades de preservar a função hepática, prevenir complicações e proporcionar aos doentes uma melhor qualidade de vida.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>III Encontro Nacional da FEDRA acontece em novembro</title>
		<link>https://mydoencasraras.pt/eventos/iii-encontro-nacional-da-fedra-acontece-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 10:13:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;Federação de Associações de Doenças Raras (FEDRA)&#160;promove, com o apoio da&#160;Faculdade de Medicina ULisboa (FMUL), o&#160;III Encontro Nacional da FEDRA &#124; Doenças Raras 2026. Ocorre no dia&#160;7 de novembro de 2026, entre as 9h00 e as 13h00, no Auditório 57, Edifício Egas Moniz, na FMUL. O encontro reunirá diferentes perspetivas em torno das doenças raras, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;Federação de Associações de Doenças Raras (FEDRA)&nbsp;promove, com o apoio da&nbsp;Faculdade de Medicina ULisboa (FMUL), o&nbsp;III Encontro Nacional da FEDRA | Doenças Raras 2026. Ocorre no dia&nbsp;7 de novembro de 2026, entre as 9h00 e as 13h00, no Auditório 57, Edifício Egas Moniz, na FMUL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro reunirá diferentes perspetivas em torno das doenças raras, promovendo a partilha de conhecimento e a reflexão sobre temas relevantes para a investigação e o acompanhamento das pessoas com doenças raras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os temas em destaque estarão a&nbsp;Investigação em Doenças Raras na FMUL/MUHCRI, o&nbsp;Aconselhamento Genético&nbsp;e os&nbsp;CAVI — Centros de Apoio à Vida Independente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://fedra.pt/2026/09/03/iii-encontro-da-fedra-doencas-raras-2026/">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydoencasraras.pt/eventos/iii-encontro-nacional-da-fedra-acontece-em-novembro/">III Encontro Nacional da FEDRA acontece em novembro</a> aparece primeiro em <a href="https://mydoencasraras.pt">My Doenças Raras</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Amesterdão acolhe World Orphan Drug &#038; Rare Disease Congress Europe</title>
		<link>https://mydoencasraras.pt/internacional/amesterdao-acolhe-world-orphan-drug-rare-disease-congress-europe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 09:09:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O World Orphan Drug Congress Europe 2026 (Congresso Mundial de Medicamentos Órfãos da Europa) vai realizar-se entre 26 e 28 de outubro de 2026, no RAI Amsterdam Convention Centre, nos Países Baixos. Apresentando como o maior e mais consolidado evento europeu dedicado às doenças raras e medicamentos órfãos, o encontro reúne a comunidade científica, decisores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O World Orphan Drug Congress Europe 2026 (Congresso Mundial de Medicamentos Órfãos da Europa) vai realizar-se entre 26 e 28 de outubro de 2026, no RAI Amsterdam Convention Centre, nos Países Baixos. Apresentando como o maior e mais consolidado evento europeu dedicado às doenças raras e medicamentos órfãos, o encontro reúne a comunidade científica, decisores políticos, reguladores, indústria farmacêutica e associações de doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O congresso abordará toda a cadeia de valor do desenvolvimento de medicamentos órfãos, desde os ensaios clínicos e estratégias regulamentares, até ao acesso ao mercado e envolvimento dos doentes. Entre os temas em destaque estarão as terapias celulares e genéticas, testes genéticos e a utilização de evidência de vida real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento inicia-se a 26 de outubro com workshops pré-congresso, seguindo-se a conferência e exposição principais a 27 e 28 de outubro. A organização prevê a participação de mais de 1.800 líderes do setor, oferecendo uma plataforma para a partilha de conhecimento, debate de ensaios clínicos adaptados a populações reduzidas e o estabelecimento de parcerias estratégicas. Estão agendadas apresentações de mais de 250 especialistas e a presença de mais de 100 expositores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.terrapinn.com/conference/world-orphan-drug-congress/index.stm">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydoencasraras.pt/internacional/amesterdao-acolhe-world-orphan-drug-rare-disease-congress-europe/">Amesterdão acolhe World Orphan Drug &amp; Rare Disease Congress Europe</a> aparece primeiro em <a href="https://mydoencasraras.pt">My Doenças Raras</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Europa abre financiamento de 30 milhões para ensaios clínicos em doenças raras</title>
		<link>https://mydoencasraras.pt/internacional/europa-abre-financiamento-de-30-milhoes-para-ensaios-clinicos-em-doencas-raras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:58:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Aliança Europeia para a Investigação em Doenças Raras (the European Rare Diseases Research Alliance – ERDERA) abriu um novo concurso internacional com 30 milhões de euros para financiar ensaios clínicos académicos de fase I e II dedicados a doenças raras. A iniciativa pretende acelerar o desenvolvimento de evidência clínica através de estudos multicêntricos realizados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Aliança Europeia para a Investigação em Doenças Raras (the European Rare Diseases Research Alliance – ERDERA) abriu um novo concurso internacional com 30 milhões de euros para financiar ensaios clínicos académicos de fase I e II dedicados a doenças raras. A iniciativa pretende acelerar o desenvolvimento de evidência clínica através de estudos multicêntricos realizados em vários países europeus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa destina-se a universidades, hospitais e instituições de investigação, incentivando consórcios transnacionais capazes de recrutar doentes com patologias de baixa prevalência. A dispersão geográfica destes doentes continua a ser um dos principais entraves à realização de ensaios com dimensão suficiente para produzir resultados robustos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ERDERA, o financiamento deverá privilegiar projetos com potencial de impacto clínico e metodologias harmonizadas entre centros europeus, reforçando a colaboração com as Redes Europeias de Referência (ERN). As candidaturas decorrem no âmbito da estratégia europeia para melhorar o diagnóstico e o tratamento das doenças raras através de investigação colaborativa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desafios na abordagem da psoríase pustulosa generalizada</title>
		<link>https://mydoencasraras.pt/atualidade/desafios-na-abordagem-da-psoriase-pustulosa-generalizada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:57:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A psoríase pustulosa generalizada (PPG) é uma doença inflamatória cutânea rara, grave e potencialmente fatal, associada a uma elevada morbilidade e a um impacto significativo nos sistemas de saúde.&#160;Um estudo recente publicado na&#160;&#160;Acta Médica Portuguesa&#160;reuniu contributos de um painel de sete dermatologistas portugueses, geograficamente distribuídos por várias regiões do país, com o objetivo de caracterizar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A psoríase pustulosa generalizada (PPG) é uma doença inflamatória cutânea rara, grave e potencialmente fatal, associada a uma elevada morbilidade e a um impacto significativo nos sistemas de saúde.&nbsp;Um estudo recente publicado na&nbsp;&nbsp;Acta Médica Portuguesa&nbsp;reuniu contributos de um painel de sete dermatologistas portugueses, geograficamente distribuídos por várias regiões do país, com o objetivo de caracterizar a gestão clínica da PPG em Portugal. A recolha de dados foi realizada durante uma reunião virtual de especialistas, em junho de 2025, e incidiu sobre a jornada do doente, estratégias diagnósticas, objetivos terapêuticos e utilização de recursos de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais desafios identificados destacam-se os atrasos no diagnóstico, o conhecimento ainda limitado da doença por parte de profissionais não dermatologistas, o acesso restrito a terapêuticas inovadoras e a inexistência de circuitos de referenciação uniformes e consistentes. Os especialistas sublinham que estas fragilidades contribuem para atrasos no início do tratamento e para piores desfechos clínicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O painel enfatiza a necessidade de uma abordagem mais estruturada e urgente, defendendo protocolos diagnósticos mais robustos, referenciação sistemática para centros especializados, maior articulação entre níveis de cuidados de saúde e acesso mais célere a terapêuticas com eficácia comprovada. Neste contexto, o spesolimab foi destacado como uma opção com potencial impacto positivo não apenas clínico, mas também económico, ao reduzir o tempo de internamento, a necessidade de cuidados intensivos e o risco de complicações, contribuindo para uma utilização mais eficiente dos recursos de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise dos especialistas propõe estratégias práticas para otimizar o tratamento da PPG em Portugal, reforçando o diagnóstico precoce, o início atempado de terapêuticas eficazes, a melhoria da colaboração multidisciplinar e a necessidade de reformas organizacionais no sistema de saúde, com vista à melhoria dos resultados clínicos e à redução do impacto global da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo contou com a participação de investigadores dos Departamentos de Dermatologia do Centro Académico Clínico do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar/Santo António, da Unidade Local de Saúde Almada-Seixal (Almada), da Unidade Local de Saúde Gaia/Espinho, da Unidade Local de Saúde Santa Maria, da Unidade Local de Saúde de São João e da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, da Unidade Local de Saúde de Braga e da Unidade Local de Saúde de Coimbra, em articulação com a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo completo&nbsp;<a href="https://www.actamedicaportuguesa.com/revista/index.php/amp/article/view/24535" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Mucopolissacaridoses: reconhecer para diagnosticar</title>
		<link>https://mydoencasraras.pt/opiniao/mucopolissacaridoses-reconhecer-para-diagnosticar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As mucopolissacaridoses são doenças genéticas raras, progressivas e multissistémicas, cujo diagnóstico continua frequentemente a ser tardio. Arlindo Guimas, do Centro de Referência para as Doenças Hereditárias do Metabolismo da ULS de Santo António, alerta para os sinais clínicos que devem despertar a suspeita e sublinha a importância do reconhecimento precoce para alterar a história natural [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As mucopolissacaridoses são doenças genéticas raras, progressivas e multissistémicas, cujo diagnóstico continua frequentemente a ser tardio. <strong>Arlindo Guimas</strong>, do Centro de Referência para as Doenças Hereditárias do Metabolismo da ULS de Santo António, alerta para os sinais clínicos que devem despertar a suspeita e sublinha a importância do reconhecimento precoce para alterar a história natural da doença. Leia o artigo de opinião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mucopolissacaridoses (MPS) constituem um grupo heterogéneo de doenças genéticas raras, caracterizadas por défices enzimáticos que comprometem a degradação lisossomal dos glicosaminoglicanos (GAG). A nível celular, a disfunção não se limita ao compartimento lisossomal, afetando múltiplos organelos e processos celulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os GAG são polissacarídeos lineares complexos (heparan sulfato, dermatan sulfato, queratan sulfato, hialuronano e condroitina-6-sulfato) que integram a matriz extracelular e desempenham funções estruturais, sinalização e imunológicas. A sua acumulação progressiva em diversos órgãos conduz a alterações morfológicas e funcionais, resultando num envolvimento multissistémico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A incidência global das MPS é estimada em cerca de 1:-20.000-25.000 nados vivos. Estas doenças classificam-se em diferentes tipos (MPS I a X), de acordo com a enzima deficiente, incluindo: MPS I (Hurler, Hurler-Scheie, Scheie), MPS II (Hunter), MPS III (Sanfilippo A–D), MPS IV (Morquio A e B), MPS VI (Maroteaux-Lamy), MPS VII (Sly), MPS IX (Natowicz) e MPS X.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria das MPS apresenta herança autossómica recessiva, com exceção da MPS II, que é ligada ao X. Existe correlação genótipo-fenótipo, sendo mutações mais severas (pe nonsense ou grandes deleções) associadas a formas mais graves. A idade de início e a gravidade da doença dependem da atividade enzimática residual, estando também o fenótipo relacionado com o tipo de GAG acumulado. As primeiras manifestações ocorrem na idade pediátrica, contudo os fenótipos mais atenuados podem ser apenas aparentes na idade adulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O envolvimento é multissistémico e progressivo e inclui predominantemente o sistema nervoso central, olhos, sistema osteoarticular e vias aéreas. O envolvimento do sistema nervoso central pode conduzir a compromisso do neurodesenvolvimento ou regressão cognitiva, sendo mais evidente nas formas neuronopáticas da MPS I, MPS II e em todas as MPS III.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O envolvimento osteoarticular manifesta-se por baixa estatura, macrocefalia, fácies&nbsp;<em>sui generis</em>, estenoses coluna, cifose, rigidez articular e sinais radiológicos de&nbsp;<em>disostose multiplex</em>. Nas MPS IV e VI predominam alterações esqueléticas, sendo típica a laxidez articular na MPS IV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O envolvimento ocular caracteriza-se por opacificação corneana, típica das MPS I e VI, estando ausente na MPS III. As manifestações otorrinolaringológicas incluem hipoacusia, obstrução das vias aéreas e infeções respiratórias recorrentes, sendo frequente a presença de via aérea difícil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras manifestações típicas incluem: hérnias inguinais, síndrome do túnel cárpico, valvulopatia cardíaca e organomegalias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico baseia-se inicialmente na quantificação de GAG na urina e na identificação do padrão de excreção, seguido da confirmação através da avaliação da atividade enzimática (em sangue ou papel de filtro). O estudo genético permite a confirmação definitiva do diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico precoce é fundamental, uma vez que permite a instituição de terapêuticas modificadoras da história natural da doença. Na MPS I, por exemplo, o transplante heterólogo de células hematopoiéticas realizado antes dos 2,5 anos previne/atenua a progressão do envolvimento neurológico. O rastreio neonatal poderá assumir um papel na identificação precoce destas doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, existem terapias de substituição enzimática disponíveis para MPS I, II, IVA, VI e VII, com impacto na progressão das manifestações não neurológicas, sendo a sua eficácia tanto maior quanto mais precoce for a sua instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido à complexidade e heterogeneidade clínica, o acompanhamento dos doentes com MPS requer uma abordagem multidisciplinar em centro especializado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mucopolissacaridoses (MPS) são doenças raras que podem manifestar-se desde a infância até à idade adulta. A presença de múltiplas manifestações clínicas sugestivas — como baixa estatura/cifose, fácies característica (grosseira), opacificação corneana, contraturas articulares, hérnias, síndrome do túnel cárpico, infeções respiratórias recorrentes e hipoacusia — deve alertar o clínico para a possibilidade de MPS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perante suspeita clínica, recomenda-se a realização de doseamento de glicosaminoglicanos (GAG) na urina e/ou estudo enzimático em amostra de sangue seco (cartão de papel-filtro), com envio para um laboratório com capacidade diagnóstica (por exemplo, o Centro de Genética Médica Doutor Jacinto Magalhães ou o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os centros de referência para doenças hereditárias do metabolismo devem ser envolvidos precocemente, assegurando apoio na confirmação diagnóstica, orientação terapêutica e seguimento destes doentes.</p>
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		<title>Investigadores da Universidade de Coimbra testam estratégia de edição genética para a doença de Machado-Joseph</title>
		<link>https://mydoencasraras.pt/atualidade/investigadores-da-universidade-de-coimbra-testam-estrategia-de-edicao-genetica-para-a-doenca-de-machado-joseph/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:54:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo, desenvolvido por uma equipa do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra (CNC-UC) e do GeneT – Centro de Excelência em Terapia Génica, revela novos dados que podem contribuir para o desenvolvimento de abordagens terapêuticas para a doença de Machado-Joseph. Esta doença afeta o cérebro e as capacidades motoras, tendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo, desenvolvido por uma equipa do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra (CNC-UC) e do GeneT – Centro de Excelência em Terapia Génica, revela novos dados que podem contribuir para o desenvolvimento de abordagens terapêuticas para a doença de Machado-Joseph. Esta doença afeta o cérebro e as capacidades motoras, tendo nos Açores (na ilha das Flores, onde chega a afetar um entre 140 e 239 adultos) e na zona centro do país a prevalência mais elevada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste estudo, a equipa da Universidade de Coimbra, que se tem dedicado a investigar uma nova estratégia terapêutica para esta doença, utilizou vesículas extracelulares (pequenas partículas segregadas pelas células) como veículo de entrega de ferramentas de edição genética no contexto desta doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vesículas foram usadas para encapsular o sistema CRISPR-Cas9 – que funciona como um conjunto de “tesouras” de edição genética –, que é depois conduzido aos neurónios, no cérebro. Neste processo, foi possível conseguir a inativação do gene ATXN3 mutante que, na doença de Machado-Joseph, está alterado por repetições excessivas de cadeias CAG do código genético.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A utilização destas vesículas é uma abordagem inovadora porque permite a chegada deste sistema de edição genética às células alvo de uma forma rápida. O seu uso tem demonstrado vantagens na entrega célere do sistema CRISPR-Cas9, o que pode deixar os investigadores cada vez mais perto de desenvolver uma estratégia terapêutica mais segura para a doença de Machado Joseph.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta proposta de abordagem terapêutica assenta na terapia génica, um tipo de tratamento que passa por editar o genoma (ou ADN) e que abre possibilidades à cura de muitas doenças genéticas raras que permanecem, até hoje, incuráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com este estudo, pretendíamos compreender se seria possível utilizar vesículas extracelulares para ter uma exposição transitória à maquinaria de edição genética e minimizar edições indesejadas. Temos testado as vesículas extracelulares porque superam algumas das limitações dos vetores virais convencionais, garantindo menor reação imune, maior capacidade de encapsulamento e uma expressão transitória das ferramentas de edição genética”, explica o investigador do CNC-UC e primeiro autor do artigo, Kevin Leandro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cientistas desenvolveram ainda um sistema de libertação controlada por luz, usando uma proteína fotoclivável – isto é, ativada por luz – que contribui para a eficiência da edição genética. Este é um dos primeiros estudos a nível internacional a mostrar a eficácia desta abordagem com recurso a vesículas extracelulares no contexto da doença de Machado-Joseph.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A doença de Machado Joseph, também conhecida como ataxia espinocerebelosa tipo 3, é uma das doenças pertencentes ao grupo das ataxias espinocerebelosas, doenças neurodegenerativas genéticas e hereditárias. Causam elevado sofrimento às pessoas, que manifestam um comprometimento progressivo da função motora, da fala, da deglutição e da motricidade fina (ataxia), ainda que preservem todas as funções cognitivas e intelectuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo&nbsp;“Extracellular vesicles-mediated delivery of SpCas9 RNPs for therapeutic gene editing in Spinocerebellar Ataxia Type 3” (Entrega mediada por vesículas extracelulares de RNPs de SpCas9 para edição genética terapêutica na Ataxia Espinocerebelosa do Tipo 3, em português), publicado na revista&nbsp;<em>Biomaterials</em>, está disponível&nbsp;<a href="https://doi.org/10.1016/j.biomaterials.2026.124119" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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